Glamú no sofá: House of Cards é poder, luxo e sedução

Kevin Spacey e Robin Wright: abusados

Kevin Spacey e Robin Wright: abusados.

Olá! Meu nome é Mme. Bedete e sou uma assistidora de séries compulsiva. Fazia uma semana que não via nenhum capítulo das minhas favoritas. Mas no fim de semana passado aconteceu o que eu esperava há meses – e temia: a Netflix lançou a terceira temporada de House of Cards. E já na noite de sexta-feira, 27 de fevereiro, vi logo seis episódios. Os sete restantes vi no domingo. Então, para iniciar minha participação aqui no blog, resolvi dividir com vocês um pouquinho sobre uma das minhas séries dramáticas favoritas (sobre as outras falo outro dia).

Embora não tenha gostado tanto desta temporada quanto da primeira, Francis Underwood não decepcionou. Finalmente de posse de um Globo de Ouro pela interpretação do vilão protagonista, Kevin Spacey está cada vez mais à vontade na pele do político ávido pelo poder. Sempre (ou quase) apoiado/empurrado pela esposa, Claire (a excelente e bem-vestida Robin Wright).

Para quem ainda não viu nada da série, uma pequena sinopse (não vou dar detalhes porque não gosto de ficar “spoilando” as pessoas): a trama começa com o senador Francis Underwood (Kevin Spacey) crente que será nomeado secretário de estado pelo presidente que ajudou a eleger. Ocorre que o chefão nomeia outro para o cargo. É aí que Francis, trabalhado no ódio, elabora um plano de vingança que vai derrubar, um por um, todos os que passarem por seu caminho – que é uma subidona rumo ao poder. Para sua ascensão, conta com o glamouroso apoio de Claire, sua companheira de 25 anos, e de um staff que faz de um tudo – tudo mesmo – para que ele sempre saia ileso.

House of Cards é mais do que apenas uma série sobre os bastidores da política americana (ou de qualquer lugar do mundo, na real). É uma reflexão sobre o fascínio que o poder exerce nas pessoas. Dos empresários aos artistas. Da primeira-dama ao juiz. Dos políticos aos jornalistas. Tudo com ótimas interpretações (nesta última temporada, destaco o excelente trabalho de Michael Kelly, que interpreta Doug, o braço-direito do poderoso chefão), direção de primeira e grandes diálogos.

Trabalhada no glamú – Não podia deixar de comentar o figurino de Claire Underwood. Que mulé elegante, mia gente! Muito terninho, salto fininho, saia lápis, casacos incríveis, camisa estruturada e vestido idem. Tudo sempre bem assentadinho, nada fora do lugar, nem um fio de cabelo. Dá uma olhadinha em algumas produções aqui: http://www.washingtonian.com/gallery/style/a-look-at-claire-underwoods-powerful-wardrobe.php#&panel1-10

Ps. Há um ano, fiz um texto sobre esta série no Pulga, com mais detalhes (http://apulga.com/olhos-nos-olhos-como-house-of-cards-e-o-netflix-me-arrebataram/). Espia lá (esse e outros textos bacanérrimos). E assiste à série. Depois me conta o que achou.

Beijo da Bedete!

😉

"Tô te filmando."

“Tô te filmando.”

Legenda-glamú para a ficha técnica:

nhé! – (tá bom não)

pois… – (falta alguma coisa aí)

gostamos. – (ótimo, vai conferir)

puro glamú. – (corre assistir)

Imagens: reprodução.

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